A MORFO é uma empresa de restauração franco-brasileira.

Começou em 2021 na Guiana Francesa, em terra abandonada por garimpo de ouro, e hoje atua em três biomas no Brasil.

Vista aérea de uma área de restauração da MORFO com o seu perímetro mapeado

Começou na Guiana Francesa.

Em 2021, em terreno que o garimpo de ouro havia deixado atrás de si, os fundadores transformaram um compromisso pessoal em método: ler a terra primeiro e depois decidir o que ela precisa.

Em janeiro de 2023 a empresa se instalou no Rio de Janeiro, e hoje atua na Amazônia, no Cerrado e na Mata Atlântica.

A MORFO fica entre o capital e o campo.

0 → 81%
de cobertura vegetal
588/ha
árvores em média
21
espécies de árvores

Cobertura contínua confirmada por NDVI, e o projeto validado pelas autoridades ambientais.

A mesma área na Guiana Francesa, solo de garimpo exposto em fevereiro de 2022 e cobertura florestal contínua quatro anos depoisFev 2022Fev 2026
Guiana FrancesaDa primeira semeadura a quatro anos depois

Como a MORFO é constituída.

Dois escritórios, cinco disciplinas: ciência do solo, dados e IA, silvicultura, operações e negócios, a partir do Rio de Janeiro e de Montpellier.

Uma equipe técnica brasileira lidera a coordenação de campo na Amazônia, no Cerrado e na Mata Atlântica.

A execução acontece por meio de operadores locais que a MORFO seleciona e coordena em cada bioma, sob os protocolos da MORFO, de modo que o trabalho ganha escala sem possuir terra nem maquinário.

Pesquisa e obtenção de sementes ficam internamente.

A MORFO não é proprietária da terra e não planta por conta própria.

Who does what
  • Titularidade da terra

    O proprietário detém a terra.

  • Desenvolvimento do projetoMORFO

    A MORFO desenha o projeto com você.

  • Financiamento

    Você ou o seu fundo compromete o capital.

  • ExecuçãoMORFO

    A MORFO seleciona e coordena os operadores.

  • Comunidades

    Parceiros locais garantem o consentimento em campo.

  • Verificação

    Um auditor independente atesta o resultado.

Quem valida o trabalho.

Quatro instituições, dez programas de pesquisa, duas patentes.

Os métodos são construídos e testados com a Embrapa, a UFV, a UFSCar e o IRD, em parcelas de controle pareadas e com medição de campo.

A equipe publica, inclusive na Restoration Ecology.

O catálogo de espécies reúne 490 nativas em três biomas.

EmbrapaUFVUFSCarIRD

Embrapa, UFV e UFSCar são instituições brasileiras; o IRD é francês.

Parceria de pesquisa · UFSCar
Seleção de espécies que funcionam na semeadura diretaFatima Piña-Rodriguez, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sobre o trabalho que conduz com a MORFO
Uma coletora local colhendo frutos de sementes nativas de uma árvore

As sementes vêm de redes locais.

1.500
coletores de sementes no Brasil
63%
dos coletores e produtores são mulheres
1/3
dos custos do projeto para comunidades locais

As sementes vêm de redes de coletores em cada bioma, então o conhecimento local está dentro do método.

Entre coletores e produtores, 63% são mulheres, e 60% dos grupos de coleta são liderados por mulheres.

Os parceiros por trás do trabalho.

Reconhecimento da ciência, da indústria e de instituições de clima.

  • Google Sustainability
  • Solar Impulse Foundation
  • Uplink
  • World Economic Forum
  • 1t.org
  • Climate Collective
  • Ministère de l'Enseignement Supérieur et de la Recherche
  • France 2030
  • Universidade Federal de Viçosa
  • UFSCar
  • IRD

Selo Solar Impulse Efficient Solution · Laureada INOV 2025 · World Economic Forum · 1t.org · Nature4Climate · Ministère de l'Enseignement Supérieur et de la Recherche · France 2030

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